spot_img
spot_img

INOCENTE! Investigação revela tortura e farsa em prisão do soldado Arcanjo, brasileiro que lutou na Ucrânia

Uma força-tarefa composta pela embaixada do Brasil em Kiyv (Itamaraty) identificou uma rede criminosa que vitimou o soldado conhecido como Arcanjo, combatente na linha de frente da guerra na Ucrânia entre junho e dezembro de 2025.

​O militar, que havia sido preso sob a acusação de cobrar taxas ilegais de voluntários, foi alvo de uma armação orquestrada para o desvio de seus salários. O caso ganhou força principalmente após a veiculação da notícia no programa Alô Juca, aonde após a veiculação os advogados do militar constataram junto a PCBA que nenhuma vítima teria procurado a delegacia para prestar queixa e reaver o dinheiro, o que gerou estranheza. Além disso, o EXIM BANK emitiu um relatório (extrato bancário), aonde identificou saques por diversos dias seguidos, enquanto arcanjo estava detido.

​Os principais pontos da investigação:

  • ​Inocência Comprovada: Relatórios financeiros confirmam que nenhum valor indevido passou pelas contas de Arcanjo nem no Brasil e nem no exterior. Na data dos supostos golpes, o soldado estava em treinamento em Rivne, na Ucrânia e sem acesso a dispositivos de comunicação.
  • ​Tortura e Coação: Durante o período de cárcere privado e prisão ilegal, Arcanjo foi submetido a torturas físicas e psicológicas. Sob violência, foi forçado a gravar vídeos confessando crimes fictícios, incluindo estelionato e pedofilia.

​Motivação Financeira: O inquérito aponta que o objetivo dos criminosos era se apropriar dos vencimentos e bens acumulados pelo militar durante o serviço no exterior.

​Repercussão, Deserção e suporte:

​O caso ganhou visibilidade nacional neste domingo após uma série de reportagens investigativas no programa Fantástico, da Rede Globo, que expôs o esquema de corrupção e abusos contra brasileiros no front.

​Graças a uma operação conjunta entre o Itamaraty e autoridades ucranianas, após Deserção e pedido e ajuda Arcanjo já se encontra em solo brasileiro e em segurança. A PF e a Interpol seguem em busca dos responsáveis, que podem há qualquer momento virar foragidos internacionais.

Leia também

Siga no instagram
- Advertisement -spot_img

Últimas noticias